Ao privatizar a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), o Estado de Minas Gerais saiu de controlador para acionista minoritário, com 5,03% das ações. Mesmo assim, manteve poder de barrar decisões centrais da empresa.
Ao privatizar a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), o Estado de Minas Gerais saiu de controlador para acionista minoritário, com 5,03% das ações. Mesmo assim, manteve poder de barrar decisões centrais da empresa.